A expectativa com que as equipas chegam
Uma empresa que abre um centro de engenharia, um hub de operações ou uma equipa de suporte em Portugal não contrata pessoas para lhes dar menos condições do que teriam em Londres ou Berlim. A equipa chega com expectativas formadas:
Wi-Fi impecável, videochamadas perfeitas com os colegas de outros países, acesso instantâneo às ferramentas da empresa. Quando a realidade local não acompanha, o problema não fica no IT — fica na retenção de talento e na imagem do escritório português dentro do grupo.
Tudo depende da ligação à sede
Uma operação de nearshoring vive ligada: reuniões diárias com a sede, código e ficheiros na cloud, sistemas internos acedidos por VPN. Isto traduz-se em requisitos concretos para o escritório português — internet empresarial com redundância, rede wireless dimensionada para videochamadas em massa, acessos remotos seguros e segurança alinhada com as políticas globais. Nada disto é exótico; tudo isto tem de estar certo ao mesmo tempo, desde o primeiro dia.
Para a sede, o escritório de Lisboa é um ponto na rede global. Para funcionar, esse ponto precisa de mãos locais competentes.
DataRoad IT Unlimited
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Padrão global, execução local
As multinacionais têm padrões: marcas de equipamentos aprovadas, políticas de segurança, ferramentas de gestão centralizadas. O que não têm é quem os execute em Portugal — quem receba os equipamentos, cable o escritório, monte a rede segundo o padrão da casa e resolva o problema das 9h da manhã.
A solução não é a sede gerir Portugal à distância, nem o escritório local inventar o seu próprio IT: é um parceiro local que trabalha dentro do padrão global e reporta como a sede espera.
O papel do parceiro IT local
É exatamente o que a DataRoad faz para empresas internacionais com operação em Portugal — dos EUA à Europa: montar escritórios de raiz, seguir os padrões da casa-mãe, dar suporte à equipa local em português e inglês, e reportar à sede com a disciplina de quem também trabalha com SLAs contratuais.
O resultado, nas palavras que os nossos clientes usam: “não precisamos de pensar no escritório de Portugal”. Fale connosco em português ou inglês — antes de a equipa chegar, de preferência.