Os sete erros, na ordem em que costumam acontecer
- 1. Comprar primeiro, pensar depois — o equipamento chega antes de alguém ter medido o edifício. O material define a rede, quando devia ser a rede a definir o material.
- 2. Equipamento doméstico em ambiente profissional — routers e repetidores de grande superfície a servir 30 pessoas. Aguentam-se até ao primeiro dia de casa cheia.
- 3. O ponto de acesso no armário — escondido em cima do quadro elétrico ou dentro de um armário técnico “para não se ver”. O sinal também não se vê.
- 4. Repetidores em cascata — cada repetidor barato corta a velocidade e acrescenta instabilidade. Três em cadeia são uma rede de brincar.
- 5. Uma rede única para tudo — equipa, visitas, câmaras e impressoras juntas. Funciona — até ao dia em que a segurança dos dados dependia de estarem separadas.
- 6. Canais deixados “de fábrica” — pontos de acesso a interferirem entre si e com os vizinhos, todos a gritar ao mesmo tempo na mesma frequência.
- 7. Ninguém ficou responsável — instalou-se, funcionou, e nunca mais ninguém olhou. Sem atualizações, sem monitorização, sem dono.
Uma rede não se compra em caixas. Desenha-se — e o desenho é o que separa “tem Wi-Fi” de “o Wi-Fi funciona”.
Como se evitam todos de uma vez
Os sete erros têm uma única causa: saltar o projeto. A sequência correta é curta — medir o espaço (estudo de cobertura), desenhar a rede para as pessoas e equipamentos reais, instalar equipamentos profissionais nos sítios certos, e entregar a gestão a quem responde por ela.
É exatamente o processo da DataRoad em instalações wireless, do escritório de 10 pessoas ao hotel de 100 quartos. Se a sua rede já nasceu com alguns destes erros, a boa notícia: herdamos redes alheias todas as semanas — conte-nos o estado da sua e receba um plano de recuperação sem compromisso.
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